14 fevereiro 2011

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Para nossa sorte perspicácia mental e bom senso raramente vem no mesmo pacote.            
             ( episódio 15 - desperately seeking serena ) 



             

      

  ..  Melhor seria. Não dizer nada. Melhor seria se não tivesse dito nada.

lovely gossip girl- a thin line between chuck and nate' Episódio 13'

Serena: (...) preciso saber porque me ama.? 
Dan: porque amo.  
Serena: quero muito acreditar, quando diz essas palavras Dan. então se eu soubesse o motivo não teria tanto medo de ouvi-las e dizê-las. 
Dan:tudo bem. se quiser falar do motivo.. 
Serena: tem haver com minha mãe e seus vários casamentos.
Dan: isso, é por isso. porque gosto quando me interrompe, o que, a propósito, é frequente. te amo porque não se desculpa por ser exatamente quem é. linda, inteligente, incrivelmente sexy.  
Serena: agora esta me deixando envergonhada. 
Dan: essa é outra razão. não tem noção do seu efeito em mim. também não tem noção de que ri como uma criança de 4 anos. desse jeito. e te amo porque.. pode estar com alguém como eu, e ainda ser melhor amiga de alguém como a Blair.

(...) Serena: você é incrível, também. por conseguir dizer tudo isso. simplismente é. e eu te amo. mas tenho que ir.





.. Uma leve comentada, é de que as pessoas conseguem gostar uma das outras, por aquilo que existe além do que os olhos podem ver. Uma pessoa muito importante pra mim, me disse hoje que as pessoas devem nos amar, por aquilo que existe acima dos nossos pescoços. E eu achei interessante. Amar por saber que vale a pena, arriscar tudo, sabendo que vai ser igual de ambas as partes.    

{..}

Pega esse seu falso amor, junto com o que eu lhe dei e enfia no cu.
Com os seus depoimentos falsos e as suas juras hipócritas, porque eu já não preciso mais disso nem de você pra ser feliz.

11 fevereiro 2011

Morrer de Amor.

Isso.Me prenda entre suas pernas e não me venha com cochichos na orelha.Agora,o que eu quero são gritos.Berros pra serem ouvidos.sem que os vizinhos precisem encostar seus copos nas paredes.Quero que ouçam do quarto.Da sala,no meio da novela.Quero que ouçam da cozinha,entre uma garfada e outra de seus jantares silenciosos.Eu quero inveja.Isso.Assim.Me aperte mais com as suas pernas e não me venha com carinhos.Quero que me arranhe.Que deixe marcas.Rastros.Que leve pedaços da minha pele debaixo das suas unhas.Não quero mais esse amor morno.Quero água quente.Fervente.Vapor cobrindo o banheiro.Embaçando o espelho.Assim mesmo.Não deixe que eu escape das suas pernas.Que escorregue.Me prenda e não me venha encostando de leve seus lábios por aqui.Quero que me machuque.Quero mordidas no lugar de beijos.Gosto de sangue na mistura das línguas.Eu quero dor.Quero que me prenda pela cintura e que não enrole meus cabelos nesse cafuné sem graça.Quero que puxe,Que encontre um punhado de fios,amanhã quando abrir a sua mão.Eu quero força.Cansei desse amor pequeno.Isso.Eu quero exagero.Sal.Tempero.Quero que me prenda entre as suas pernas.Que aperte meu pescoço.Que me sufoque.Sem dó ou piedade.Eu quero um amor que me mate.
Eduardo Baszczyn

10 fevereiro 2011

            Mais uma vez meu duro coração me enganou.

Me enganou. Mostrando-me um caminho que no começo foi até agradável de se caminhar.
Logo em seguida, voltou a me pertubar com os medos, anseios, e ferimentos que estavam guardados em um lugar que achei profundo demais para voltarem ao presente estado da minha mente.
Chorei. No profundo do meu ser, não me aguentei. A dor parecia ser sem fim. E aquelas eternas lembranças me faziam sentir o que o meu erro proporcionou. Em  cada gesto, a cada singelo olhar.
As vezes olhares dizendo o que perdi. Dor tamanha, que não me deixava discernir o que era tudo aquilo que sentia.



Meus paradigmas não precisavam de remendos, não mais, pois eram só seus e de mais ninguém. Inclusive,  existiram até mesmo aqueles que continuam firmes e fortes e, realmente, é assim que devem permanecer na ilusão, por pura conservação da minha sanidade.
Eu tive que lutar contra a maré dos instintos, que é uma batalha perdida por excelência. Chegou um momento em que o estoque de perdão acabou, a cota de relevância chegou ao fim e paciência voce nem se lembra mais o que significa.
 
Acumulei desafetos a cada escolha. A cada 5 segundos me perdia de algo. E quando percebi, estava eu, sózinha com a minha dor, que me consumia.Sentia-me ainda dona de sentimentos que havia perdido a muito tempo. E assim, depois de muito sofrer, percebi que não precisaria mais de tudo aquilo para ao menos respirar. Me manipulei novamente, para olhar o amanhecer com outros olhos. Porque eu já sabia que eu era capaz de fazer o impossivel se tornar destino com um simples toque de acaso.
           

                                                                                         Sthefany Leão Alencar

09 fevereiro 2011

Viver

Como disse a minha querida amiga, Clarice Lispector :
''... Viver ultrapassa qualquer entendimento''.
E é a mais pura verdade. Lógicamente, para quem vive.

E o que é viver ? Viver é simplismente não se importar com as opiniões alheias, é saber discernir o certo do errado. É saber rir de algo que já te fez sofrer. É lembrar do passado com orgulho, ou dos erros que cometeu, com a certeza de que foi por falta de um saber.

Viver é saber sorrir com a imensa vontade de chorar, é abraçar alguém por minutos e minutos, sem dizer nada, mais sentir a beleza do silêncio. 
Minha mãe sempre me disse, que as vezes devemos nos calar diante a hipocrisia ao seu redor. E essa foi uma das coisas mais belas que eu aprendi até aqui. As vezes nos calamos diante dos absolutos erros, mesmo estando certos, nos calamos, pois sabemos o que é verdadeiro. Isso não é omissão, isso é humildade, é compreender que as vezes as pessoas não precisam saber que você está certo, sua consciência  vale mais que qualquer palavra.

 Viver é lembrar de amores e saber, que todos foram experiências. E de que no futuro, irá se lembrar de cada detalhe, e suspirar bem forte, e dizer : Eu vivi.!
Saber viver não é arriscar tudo que tem. Não é se aventurar pra provar que é capaz. 

 Viver é ser o máximo da perfeição, em um humilde coração.

                                                                                              Sthefany Leão Alencar.

04 fevereiro 2011

Crer.

O que seria da humanidade sem crer.?
Mas crer !? crer em quê e para que ? 

- Certa vez minha mãe me contou uma história de um homem muito bem sucedido na vida, que não cria em nada. Este homem pertencia a uma denominação, mais o seu estado emocional se encontrava em um momento que ele cumpria algumas regras estabelecidas por Deus, mas não sabia o que era fé. Ele não cria mais em nada.
E quando ela me contou essa história, eu a perguntei :. E hoje ele crê mãe ? e ela me respondeu que ele não sabe o que fazer para crêr.

 Na minha mente muito fértil, eu imaginei tantas coisas. Falei comigo mesma que ele só acreditaria em Deus, quando Deus aparecesse na frente dele, e o sacudisse bem forte dizendo :. Respire bem fundo, e agora creia.! Por que homem nenhum sustenta o teu folêgo de vida. Olhe lá fora, o céu azul, e creia em mim, pois algum ser humano seria capaz de pintar tamanha beleza ?

 Enfim, tantas e  imensas outras coisas passaram pela minha cabeça depois de saber que não só este homem não acredita nas grandes obras que Deus tem feito até agora, e ainda vai fazer. Quantas pessoas não acordaram hoje ? E quantas morrem de fome nesse exato momento ? E nós não agradecemos a Deus por estarmos ainda tendo o dom gratuito de viver.

Você deve estar se perguntando. - Quem é essa garota pra estar querendo dar lição de moral em todo mundo? Mas é de pequenas reflexões que se saem grandiosos livros.
 E a nossa vida sempre foi feita de escolhas. E por que não escolher estar ao lado de Deus, hoje, agora ? Não rejeite as suplicas de um Pai que morreu por você.
Creia, pois crêr é nada mais nada menos, do que amar alguém sem nunca te-lo visto.
 Mais é saber que ele está ao seu lado, em todos os momentos de sua vida. Ore assim a Deus hoje. Amém.!



                                                                                Sthefany Leão Alencar.